Vídeo: médicos ficam perplexos ao encontrar um “ovo” gerado pelo próprio corpo do paciente

Uma equipe médica, na China, encontrou um pedaço de tecido que parecia muito com um ovo no estômago de um paciente, enquanto realizava uma cirurgia para tirar o que, inicialmente, eles pensavam ser um tumor.

O vídeo bizarro, que foi filmado em um hospital na província de Hubei, na China, mostra o objeto extremamente semelhante a um ovo cozido. De acordo com informações da imprensa, o corpo oval removido do homem de 53 anos, era formado por uma mistura de gordura e outros tecidos que cresceram no fluido corporal do estômago.

O caso é extremamente raro e o vídeo acabou fazendo sucesso na internet. Porém, ele pode ser um pouco perturbador para algumas pessoas mais sensíveis a determinados tipos de imagens.

Em abril deste ano, um caso parecido aconteceu na Inglaterra. Na ocasião, os médicos também descobriram algo parecido com um “ovo cozido” – de cerca de 10 centímetros de comprimento, 7,5 de largura e 220 gramas – dentro de um homem de 62 anos. O corpo estava pressionando sua bexiga por mais de 20 anos, fazendo com que ele fosse constantemente ao banheiro. Uma tomografia computadorizada do abdômen revelou um caroço, que descreveram como “livre, flutuante, liso, firme e elástico”.

Os médicos disseram que o caroço era um “corpo peritoneal solto”. Isso seria uma massa que se forma quando os apêndices epiplóicos – o que ocorre quando bolsas de gordura envolvem uma membrana do cólon – são virados ao contrário e se soltam, por estarem frágeis. Eles se transformam em pedaços fibrosos e se calcificam. Em relatórios anteriores, no mesmo jornal, os médicos disseram que qualquer massa solta gigante de mais de 5 cm de largura é rara e há poucos relatos na literatura médica.

Os corpos livres peritoneais, muitas vezes, não apresentam sintomas quando são pequenos, mas quando são grandes, podem obstruir o intestino, bloquear a bexiga e causar retenção de urina, ou, como no caso relatado, a sensação de precisar ir ao banheiro constantemente.


Depois de ter a massa removida cirurgicamente, o homem não sentia mais o incômodo. Os médicos, em seguida, tingiram a massa com tinta verde para mostrar as diferentes camadas dela. Ela continha uma camada de tecido fibroso e proteína na superfície e no interior, rodeada por um anel de tecido calcificado.